Robert Dilts conta a história de um homem que
acreditava ser um cadáver. Seu psiquiatra, em um esforço de provar sua
crença equivocada, perguntou se cadáveres sangram. O homem disse,
"Não, não sangram."
O homem então concordou com um experimento, e o bom
doutor espetou seu dedo com uma agulha. O homem olhou para seu dedo
sangrando e disse, "Eu estava errado, cadáveres sangram."